No verão, os dias longos convidam a passar mais tempo fora de casa, e não é preciso pagar bilhete para aceder a algumas das melhores paisagens de Portugal.
Uma das opções mais populares e gratuitas é a exploração de percursos pedestres e passadiços espalhados pelo país. Os Passadiços do Paiva (com custos muito residuais), a Rota Vicentina ou os trilhos da Serra da Arrábida e da Peneda-Gerês oferecem horas de exercício e contacto direto com a natureza.
Além disso, as dezenas de praias fluviais espalhadas pelo Centro e Norte do país são, na sua grande maioria, de acesso completamente livre, proporcionando uma alternativa mais tranquila (e sem portagens) em relação às praias do litoral sul.
Se prefere um programa mais urbano, as cidades têm muito para oferecer a custo zero. Em Portugal, a maioria dos museus e monumentos nacionais tutelados pelo Estado oferecem entrada gratuita aos domingos e feriados (em horários específicos, habitualmente de manhã) para todos os residentes em território nacional.
É a oportunidade perfeita para visitar locais emblemáticos como o Mosteiro dos Jerónimos, o Museu dos Coches ou o Museu Nacional Machado de Castro sem gastar um euro.
Além disso, no verão as câmaras municipais organizam frequentemente concertos ao ar livre, cinema na praça e feiras de artesanato com entrada totalmente livre. Estar atento à agenda cultural do seu município pode garantir muitos fins de tarde preenchidos.
Em vez de marcar jantares ou almoços em restaurantes inflacionados pelo turismo de verão, opte por encontros em parques urbanos. Preparar um farnel em casa e fazer um piquenique em jardins como a Fundação Calouste Gulbenkian ou o Parque Eduardo VII (em Lisboa), ou no Parque da Cidade ou Jardins do Palácio de Cristal (no Porto) é um excelente programa de família ou amigos.
Para além da poupança imediata na refeição, o ambiente relaxado convida a levar uma bola, um baralho de cartas ou simplesmente uma toalha e um livro para passar a tarde.
O verão pede imaginação em vez de cartões de crédito. A chave para não gastar dinheiro é sair de casa sempre prevenido: levar garrafas de água reutilizáveis, snacks para não cair em tentação nas esplanadas e privilegiar meios de transporte partilhados.
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