Se está com problemas financeiros e procura soluções, contacte a Poupança no Minuto para o ajudar com intermediação de créditos ou mediação de seguros. Para compreender melhor o que poderá esperar do arrendamento em 2024, continue a ler em seguida.
Segundo uma sondagem efetuada pela Associação Lisbonense de Proprietários (APL), analisada pela plataforma Notícias ao Minuto, respondida por 745 proprietários de casas arrendadas, quase metade dos senhorios confessa que irá denunciar os contratos se o Governo decidir colocar novo travão às rendas em 2024.
A mesma sondagem indica ainda que o objetivo dos senhorios será negociar com os arrendatários o “valor de renda equilibrado para ambas as partes”, sendo que 25% afirma mesmo ter de aumentar as rendas dos seus imóveis vagos, de modo a “compensar as perdas” que são obrigados a sustentar.
De forma a garantirem um menor risco, 24,5% revela que vai transferir os seus imóveis destinados a arrendamento tradicional, para outros fins como alojamento a estrangeiros ou estudantes.
No caso de existir mesmo o travão às rendas, 22% garante que irá participar em manifestações, protestos e abaixo-assinados, sendo que quase na totalidade (93,6%) os senhorios não concordam que seja “aceitável a aplicação de um travão ao aumento das rendas que seja inferior ao estabelecido pelo INE”, como se pode ler na publicação do Notícias ao Minuto.
Mais de metade dos proprietários consideram baixas as rendas que colocaram nos seus imóveis em setembro deste ano, perante “os valores que se praticam”.
Presidente da ALP defende proprietários
O presidente da ALP, Luís Menezes Leitão, coloca-se do lado dos senhorios, explicando que os mesmos “não são os culpados desta crise”, uma vez que “se há habitação, é graças a eles”.
Mas a solução ainda não está à vista. O Ministro das Finanças, Fernando Medina, revelou na conferência de imprensa de apresentação do Orçamento do Estado para 2024, que o Governo “continua a desenvolver contactos com associações de inquilinos e proprietários”, explica a plataforma de notícias.
Este ano está prevista uma atualização anual das rendas em 6,94%, e primeiro-ministro reforçou já que fora da mesa está, novamente (como em 2023), uma fixação de 2%. O Governo continua em processo de auscultação a representantes do setor, não tendo ainda revelado qual o aumento concreto e previsto para 2024.
Então, face ao indicador mais recente previsto para o próximo ano, a atualização anual das rendas poderá ser equivalente a 6,94%. O que esta subida fará às rendas? Passamos a exemplificar.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o preço mediano das rendas por m2 de novos contratos de arrendamento no 2.º trimestre de 2023 correspondeu a 7,27 euros. Ou seja, por exemplo, se tem um apartamento T1 com 56m2, o valor mediano da sua renda será equivalente a 407,12 euros.
Então, pagando este valor de renda, com uma atualização de 6,94%, quanto aumentaria a prestação?
Neste caso, a renda subiria um total de 28,25 euros, ficando a pagar um valor mensal de renda de 435,37 euros.
Agora ponderando um imóvel maior: Um t4 com 297m2. Neste exemplo, o valor mediano da sua renda corresponde a 2.159,19 euros. Pelo que, com um aumento de 6,94%, acrescia um valor de 149,85 euros. Este caso sofreria um maior impacto da atualização das rendas, ficando a pagar um total de 2.309,04 euros.
Se for este o caso, em que não haverá um travão à atualização anual das rendas, que aumentarão 6,94%, e a solução sugerida pelo Governo não tenha grande valorização para os inquilinos, o orçamento mensal pode ficar apertado.
Então, se já investiu em todas as opções de poupança e continuar a precisar de ajuda, pode recorrer a outro tipo de soluções temporárias.
Atualmente, existem opções de crédito pessoal com capacidade para aliviar o orçamento a curto prazo. Neste produto, para que a taxa de esforço suporte a contratação, haverá mais possibilidades de aprovação no caso de dois titulares.
A que deve atentar? Esta é uma solução rápida e de ajuda temporária, pois a longo prazo tem de pagar os juros acrescido ao financiamento. Deve recorrer em caso de necessidade, mas ter em conta que ficará a pagar por um período de tempo com o valor extra de juros.
Se necessitar de um crédito pessoal para aliviar as suas finanças neste momento, recorra a um intermediário de crédito como a Poupança no Minuto, que o ajude a contratar a solução mais adequada a si. Estamos disponíveis para esclarecer todas as suas perguntas, medos, e tranquilizá-lo com um acompanhamento próximo durante todo o processo!
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