Já decidiu que é no Parque das Nações que quer comprar a sua próxima casa? Se ainda está a ponderar, conheça melhor o bairro que nasceu e cresceu com a Expo’98 e perceba se é a zona certa para si. E, caso necessite de recorrer a crédito habitação, pode contar com o apoio dos intermediários de crédito do Poupança no Minuto para analisar propostas e acompanhar todo o processo junto dos bancos.
A 22 de maio de 1998, há 25 anos, era inaugurada a Expo’98: a maior exposição alguma vez feita em Portugal. Completamente transformada numa zona habitacional de referência, foi recuperada a partir de uma área degradada à beira rio.
Tudo começou quando o jornalista e escritor António Mega Ferreira e o tradutor, político e escritor Vasco Graça Moura, os dois à frente da Comissão para as Comemorações dos 500 anos dos Descobrimentos Portugueses, decidem que querem avançar com uma exposição mundial em terras lusas em 1989. O projeto foi aceite pelo presidente Cavaco Silva a altura, e levado ao Bureau International d’Expositions, o qual acabou por vencer a exposição mundial de Lisboa de 1998.
A área escolhida foi esta zona oriental da capital, degradada e poluída, localizada entre Cabo Ruivo e o rio Trancão, ao longo de 50 hectares. Ao longo da sua recuperação e construção, entre 1989 e 1998, muitos eram os que não acreditavam que a exposição iria estar pronta a tempo. O que não se verificou quando, a 22 de maio 3.900 convidados VIP pelo presidente da época Jorge Sampaio, juntamente com 100 mil pessoas visitaram a inauguração da Expo’98.
Eram vários os acontecimentos que iam decorrendo, como o desfile “olharapos” e o espetáculo de luzes e som, há 00h, “aquamatrix”, na frente do Oceanário. A mascote Gil, representando uma homenagem ao navegador Gil Eanes, foi concebida pelo pintor António Modesto, e o logótipo pelo publicitário Augusto Tavares Dias.
Com o objetivo de marcar a importância histórica da expansão portuguesa, a Expo 98’ representou não só uma sensibilização dos visitantes para a responsabilidade de preservar os oceanos, bem como uma requalificação urbanística e ambiental de uma das zonas que é agora um local de referência da cidade de Lisboa.
Com a construção de espaços emblemáticos como o atual Altice Arena, o Pavilhão do Conhecimento, e o Casino de Lisboa, a Expo’98 passou a ser palco da maior parte dos eventos culturais de Lisboa.
Por exemplo, com artistas internacionais a passar pelo Altice Arena nas suas tours, com espetáculos de grande produção, e peças a acontecer no Casino de Lisboa.
Também outros locais de grande visita passam pelo Oceanário de Lisboa, a Torre Vasco da Gama, o teleférico, um skatepark, a Marina e respetivo Centro Náutico, e diversos bares e miradouros, com uma vista desafogada para o rio.
Além de grandes áreas verdes, o Parque das Nações é ideal para passeios à beira rio, em zonas próprias para pedestres, para corridas, ou para ciclismo e patinagem, pela ciclovia.
A Expo é casa de uma grande panóplia de restaurantes, das mais diferentes nacionalidades. Desde italianos, a sushis, coreanos, chineses, espanhóis a restaurantes com comida típica portuguesa, há gastronomia para todos os gostos. De chefs portugueses, destacamos o “Cantinho do Avillez” (detentor de estrela Michelin) e “Arigato”.
Morar no Parque das Nações não é desafio nenhum. Porque serviços não faltam em redor: aqui, encontra o Centro Comercial Vasco da Gama, com um supermercado, restauração e todo o tipo de lojas que respondem às mais diversas necessidades.
Fora do Centro Comercial, existem ainda supermercados pelas ruas, lojas, escolas internacionais, de condução, esquadras da polícia, o Hospital CUF Descobertas, um Campus de Justiça, e uma repartição das Finanças.
E é no Parque das Nações que se construiu a famosa estação do Oriente, que é um centro onde é possível fazer deslocações de curto, médio e também longo curso.
O Oriente junta as mais variadas ligações: de metro, com a linha vermelha, comboios, estação de táxis e autocarros. Daqui, pode chegar a qualquer ponto dentro do país, e também a outros países europeus por via rodoviária, como Espanha, e França.
A nível de distâncias, desde a estação do Oriente consegue estar no centro de Lisboa em menos de 10 minutos (tanto de transportes como de carro).
A meia hora de carro, também chega às belas praias de Portugal, seja para os lados da Costa da Caparica, como para as praias de Oeiras e Cascais.
E a melhor parte... O Parque das Nações situa-se mesmo ao lado do aeroporto internacional de Lisboa. Em 5 minutos, consegue apanhar um avião.
Então, se quer comprar uma casa no Parque das Nações, saiba que vai ter tudo aquilo de que precisa à sua disposição.
E modernidade é o que marca os apartamentos e moradias por todo o Parque das Nações. É uma zona habitacional com bairros atraentes, simplistas, muitos com piscinas nos condomínios, e (acima de tudo), a maior parte com vista para o rio.
Ficando perto de tudo, com acesso a tudo, e ainda poder acordar a olhar para o rio Tejo? Este pode ser o seu sonho tornado realidade.
Se procura comprar casa no Parque das Nações e precisa de financiamento, é importante garantir que escolhe a solução de crédito mais adequada ao seu perfil. Os intermediários de crédito do Poupança no Minuto ajudam a comparar propostas de diferentes bancos, a esclarecer condições e a acompanhar todo o processo de crédito habitação, de forma simples e sem custos para si.
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