Vai contratar um crédito habitação e está perdido entre dúvidas? Recorra a um intermediário de crédito e esclareça todas as suas questões. Os agentes do Poupança no Minuto acompanham-no em todas as fases do processo de crédito, de forma gratuita, e tratando de todas as burocracias e comunicação com os bancos.
Mas perceba como funciona, atualmente, a amortização antecipada do crédito habitação e de que formas pode ser aplicada.
Amortizar, ou seja, abater uma parte do valor em dívida no crédito habitação pode permitir: reduzir o valor de prestação mensal a pagar, ou, caso opte, o prazo de reembolso do crédito.
Ou seja, se tiver o intuito de diminuir a maturidade do crédito ao amortizar, e consegue continuar a pagar o mesmo valor de prestação mensal, pode liquidar um valor que permita manter a mesma prestação. Isto permite que mantenha as condições semelhantes, mas acabando de pagar o crédito mais cedo que o acordado.
Caso tenha essa possibilidade, negoceie com o seu banco, para perceber quanto tempo pode reduzir ao seu contrato, mediante o valor que quer amortizar.
O tempo a reduzir vai sempre depender das condições específicas de cada empréstimo. Mas deixamos alguns exemplos abaixo, face a diferentes contratos, para compreender como pode funcionar na prática.
Comissão de amortização antecipada
Note que, por norma, os bancos cobram uma comissão de amortização antecipada, que pode ser de:
Porém, em 2023 está em vigor uma medida que permite a isenção desta comissão nos contratos de taxa variável, para ajudar os portugueses que queiram e possam amortizar este encargo, ou parte dele, agora.
Vejamos alguns exemplos, para perceber o impacto que amortizar parte do crédito pode ter no prazo de reembolso.
Num crédito habitação com 200.000 euros em dívida, taxa de juro 3,9% e 360 meses de prazo de reembolso, um mutuário paga atualmente 943,34 euros de prestação mensal. Se este amortizar 10.000 euros, fica com um valor em dívida de 190.000 euros. Mantendo o mesmo valor aproximado de prestação (942,72 euros), o prazo de reembolso diminui para 328 meses. Ou seja, neste caso, o titular do crédito consegue reduzir o prazo de pagamento em 2 anos e 8 meses.
Já num crédito habitação com 250.000 euros de capital em dívida, taxa de juro 3,75% e 360 meses de reembolso, o mutuário paga 1.157,79 euros de prestação mensal. Ao amortizar 20.000 euros, fica com um capital em dívida de 230.000 euros. Para manter o mesmo valor aproximado de prestação (1.157,31 euros), consegue reduzir o prazo de reembolso em 49 meses. Então, com estas condições e abatendo 20 mil euros, reduz o prazo em 4 anos e um mês.
Agora ponderando um crédito habitação com 300.000 euros de capital devido, taxa de juro 4% e 360 meses de prazo de reembolso, um cliente paga 1.432,25 euros. Amortizando 50.000 euros à dívida, o capital em dívida diminui para 250.000 euros. Pelo que, e mantendo o mesmo valor de prestação mensal (1.432,25 euros), é possível reduzir ao prazo de reembolso 98 meses. Isto equivale a uma redução do prazo de pagamento em 8 anos e dois meses.
Negociar é a chave... E com ajuda pode ser mais fácil
Repare que estes casos poderão não ser assim tão lineares, e estão sempre dependentes das condições específicas e de cada banco. Pode precisar de negociar, mas assim consegue fazê-lo de forma mais informada e sustentada.
Ou então, é simples: Recorra a um intermediário de crédito que trata desse processo por si, sem qualquer custo. Os agentes do Poupança no Minuto podem acompanhá-lo ao longo de todo um processo de crédito, seja na contratação, na transferência, ou qualquer outra questão relacionada.
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